Glück Project

Uma investigação sobre a felicidade

dezembro 2013

O que você quer mudar na sua vida no ano que vem?

Neil Gaiman, escritor best-seller e pai do clássico quadrinho “Sandman”, foi convidado para fazer um inspirador discurso aos formandos da The University of the Arts. Em sua fala sobre trabalho e criatividade, Gaiman revelou nunca ter planejado sua carreira, nunca ter tido um plano para ela. Ele, no máximo, elaborou uma lista, aos 15 anos, com os trabalhos que gostaria de fazer ao longo da vida: escrever um livro infantil, escrever um quadrinho, roteirizar um episódio da série “Doctor Who”,…

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O que podemos aprender sobre felicidade e a vida com os aborígenes da Austrália?

O texto de hoje foi escrito pela jornalista Anita Martins, uma das responsáveis pelo projeto Originals. Esse projeto procura desenvolver uma série de vídeos que vai difundir a sabedoria e a história dos primeiros habitantes da terra. A principal pergunta que querem responder é “O que podemos aprender com os indígenas?”  A primeira edição será sobre os aborígenes da Austrália. Anita e seus amigos precisam arrecadar ainda 16 mil reais para colocar o projeto rodando. Você pode contribuir com essa…

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A importância de ser patético

O texto desta semana é do Alexandre Versignassi, autor do livro Crash, do blog de mesmo nome, e redator-chefe da Superinteressante. É um relato pessoal, sobre um pequeno grande episódio da sua vida – que ele gosta de contar apaixonadamente para quem o conhece. É também um texto de amor, sobre a importância de sonhar e sobre as recompensas que mesmo as histórias mais desencontradas nos dão. Obrigada, Versi, pela primeira participação especial do Glück.   “Idiota”. “Mula”. “Trouxa”. “Otário”……

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O dia em que descobri que era preconceituoso

por Fred Di Giacomo Meus pais me educaram ensinando que o preconceito era um dos venenos que cegavam o mundo. Lembro quando um colega branco de escola pública, no primário, falou para outro colega negro que “o sonho dele deveria ser branco, igual ao Michael Jackson”. Eu, com uns 8 anos, achei aquilo absurdo. “Como você pode falar uma coisa assim tão… RACISTA?” Mas o menino branco parecia não ver problema naquilo: “Todo negro quer ser branco”, explicou tranquilamente. “É…

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