Glück Project

Uma investigação sobre a felicidade

livros mudam vidas

Por que a arte pode mudar vidas?

Postado em 9 de agosto de 2015

A Superinteressante fez um vídeo bem legal com 3 grafiteiros famosos contando como a arte pode salvar vidas e tirar as pessoas das drogas e da pobreza. Vale muito a pena assistir e tem tudo a ver com nossa campanha #livrosmudamvidas, que você já deve ter visto por aqui 😀 Leia também: -11 livros que pode mudar sua vida -Entrevista completa com KL Jay falando de livros e sonhos -Como os livros podem salvar sua vida Apoie o Glück! 😀…

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Livros mudam vidas

Postado em 3 de agosto de 2015

por Fred Di Giacomo/Artes: Laura Rittmeister Nós do Glück acreditamos que a educação, aliada ao hábito de ler livros, é a melhor arma numa revolução pacífica que pode mudar as pessoas e o mundo. Acreditamos que leitura e estudos podem ajudar as pessoas a transformarem suas situações e suas histórias, a conquistarem autonomia e a se conhecerem melhor. Já tínhamos publicado aqui um texto contando como os livros mudam vidas e também um texto indicando livros que podem te fazer…

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“Acredite em você, não nos seus sonhos”- KL Jay, dos Racionais Mc’s, fala sobre os livros que mudaram sua vida

Postado em 12 de julho de 2015

por Fred Di Giacomo Acredite em você, nos seu potencial, em como você vê as coisas. Mesmo que o sonho não dê, você deve continuar acreditando em você, KL Jay *** Descobri os Racionais Mc’s meio por acaso, quando ainda tinha 11 ou 12 anos, lá em Penápolis, cidadezinha em que me criei, no sertão paulista. Lembro uma vez que minha irmã estava brincando com seu radinho colorido e sintonizou, sem querer, “Fim de semana no parque”, um relato revoltado…

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11 livros que podem mudar sua vida

Postado em 29 de junho de 2015

por Fred Di Giacomo Ilustração: Renata Lacerda Não sei exatamente como o sonho de ganhar a vida escrevendo entrou na minha cabeça. Deve ter a ver com a idolatria dos meus pais por livros e seus autores. Lembro de sempre ver minha mãe e meu pai com algum livro nas mãos. Também deve ter contado o fato de, um dia, um deles ter me dito que uma forma da gente “não morrer” era viver nas coisas que a gente escreve….

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