Glück Project

Uma investigação sobre a felicidade

preconceito

"Não acredito em felicidade", uma entrevista com Laerte – maior gêni@ viv@ do Brasil

por Fred Di Giacomo + Karin Hueck “Laerte é o maior gênio vivo do Brasil”. Lembro dessa frase lançada numa conversa de café entre o editor Rafael Kenski – pironeiro na criação de newsgames e ARGs no Brasil – e o designer Gabriel Gianordoli – referência na criação de data visualization e que hoje dá aulas na New York University. Se havia alguma dúvida na disputa pelo título de maior brasileiro em atividade, ela acabara ali por unanimidade. Havia alguém…

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O seu medo mata: como acabar com a violência no Brasil

2005, eu era um jovem universitário em Bauru. Naquela noite, estava voltando para o meu apartamento sozinho e parei rapidamente na frente da casa de uma “ex” para ver se ela estava. Luzes apagadas, um carro diferente estacionado. “Putz, me dei mal!” Desanimado, segui em frente pensando se deveria cozinhar Miojo, cachorro-quente ou ir dormir porque tinha aula no dia seguinte. Sorrateiramente, uma viatura de polícia apareceu atrás, ligou a sirene e me mandou encostar na parede aos berros. Botaram…

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Como os homens podem ser mais felizes num mundo menos machista

Postado em 18 de julho de 2014

“Homens, libertem-se” esse é o convite da lendária co-fundadora do Living Theatre, Judith Malina, que propõe um manifesto mundial contra o machismo que prejudica não só as mulheres, mas também os homens. Sim, são os homens que cometem mais suicídios, que mais matam e que mais morrem assassinados. Antes de dizer qualquer coisa, assista o vídeo abaixo e depois forme suas conclusões 🙂 – Este post te ajudou? Apoie o Glück!  Veja também: -Leia, se for macho. -Como ter um corpo…

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Não é por falar de felicidade que a gente não vai falar de preconceito

Postado em 22 de abril de 2014

Nós já escrevemos aqui sobre como nossos preconceitos atrapalham a felicidade do próximo, lembram? Agora o pessoal do Põe na Roda fez um vídeo bem-humorado sobre os estereótipos que transformam os homossexuais em figuras caricatas na cabeça de muita gente. Vale assistir o vídeo 😀 – Esta materia te ajudou? Apoie o Glück!  Veja também: – A brasileira que largou o emprego numa universidade para viver um grande amor e dançar tango – Como os homens podem ajudar o mundo a…

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Leia, se for macho

Postado em 4 de abril de 2014

(Uma reflexão sobre a imagem das mulheres na cultura pop dos anos 90) por Fred Di Giacomo Lembra quando a gente brincava de Comandos em Ação e as meninas brincavam de Barbie? Então, uma vez meu avô me viu brincando com meia dúzia de Comandos em Ação e uma Barbie. Era para ela ser a namorada de um deles, mas ele achou que aquilo era “coisa de veado”. Sim, pra ele e pra maioria das pessoas, eu não podia brincar…

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Ensaio sobre a cegueira social

por Fred Di Giacomo Quando eu estava no ensino médio, minha escola organizou uma pequena excursão para “conhecer a realidade e pobreza do Brasil”. Iríamos sair na última aula para visitar uma família carente cuja mãe sozinha criava uma filha que tinha contraído HIV e um filho que agora estava preso. Iríamos entregar uma cesta básica para eles e conversar sobre a vida dura que levavam. A intenção das freiras que dirigiam nossa escola de classe média no interior do…

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Como ter um corpo perfeito para o verão

Por Karin Hueck Você sabe o que eu fiz no verão passado? Vou contar para você: fui passear na floresta ao lado de um lago, aqui perto de Berlim. Levei umas guloseimas para comer. Encontrei uma amiga que ia levar a cachorra para passear. E parti. Chegando lá, vi uma massa de pessoas deitadas tomando sol, como em qualquer praia brasileira. Mas, ao contrário de qualquer praia brasileira, reparei que havia pele demais exposta. Estava todo mundo nu. Quando cheguei…

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O dia em que descobri que era preconceituoso

por Fred Di Giacomo Meus pais me educaram ensinando que o preconceito era um dos venenos que cegavam o mundo. Lembro quando um colega branco de escola pública, no primário, falou para outro colega negro que “o sonho dele deveria ser branco, igual ao Michael Jackson”. Eu, com uns 8 anos, achei aquilo absurdo. “Como você pode falar uma coisa assim tão… RACISTA?” Mas o menino branco parecia não ver problema naquilo: “Todo negro quer ser branco”, explicou tranquilamente. “É…

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