Como fazer com que a rejeição vire algo bom?

Por Priscila Bellini

Se tem uma coisa que 2015 me ensinou é que lidar com a rejeição faz bem. A ciência já comprovou que o nosso cérebro processa essa frustração de maneira semelhante à de uma dor física. Em outras palavras, aquele “não” em uma vaga de emprego equivaleria a um soco no estômago ou outro incômodo físico. Só que, sabendo processar a chateação, contornar a situação fica fácil.

Eu, por exemplo, resolvi escrever uma lista de coisas boas sobre mim toda vez que a frustração bater. Se o primeiro instinto é achar que nada em mim está bom, a saída é lembrar aspectos positivos em meio a tudo isso. Dessa forma, evito a paralisia depois de uma rejeição profissional, acadêmica e até amorosa, cicatrizo isso e continuo a agir.

Essa dica para cuidar da saúde emocional todos os dias faz parte das orientações dadas pelo psicólogo Guy Winch, que sempre encoraja o público a cuidar da saúde mental e emocional da mesma forma como cuida da saúde física. Assista a uma das palestras dele:

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