Você conseguiria viver com menos de 100 objetos?

Por Priscila Bellini 

Confesso que me perguntei isso logo que comecei o texto. Só de olhar ao redor, na casa em que moro aqui em Portugal, já vejo que exagerei. Somando celular, Kindle, peças de roupa, cadernos (eu trouxe quatro cadernos!), óculos, itens de maquiagem e afins, a quantia já chama atenção — e olha que eu fiz o possível para deixar as minhas coisas do outro lado do oceano, no Brasil. Pensando nisso, vários projetos já propuseram que nós vivamos com menos objetos, como forma de alcançar a felicidade. Nós do Glück separamos três deles para você conhecer:

1)The 100 Things Challenge

O americano David Michael Bruno resolveu viver com menos de uma centena de objetos. Olhando assim, até parece fácil. Quem em sã consciência tem mais do que 100 objetos? Como eu disse ali em cima, a maioria de nós deve ter. Ele documentou o processo em um livro e vive escrevendo sobre um estilo de vida alternativo ao consumismo.

2) Be more with less

De novo, a ideia é se livrar dos excessos. A autora Courtney Carver dá as dicas para construir um dia a dia mais minimalista, em que você viva com o mínimo, aproveitando o máximo. E são recomendações simples: doar aquele livro repetido na estante, conservar alguns espaços na sua casa sem objetos (uma mesa livre de qualquer decoração, por exemplo), viajar com menos roupas do que você acharia necessário… É uma receita bem simples.

Para completar, a Courtney criou o projeto 333, que propõe usar apenas 33 peças de roupa durante 3 meses. Já pensou em começar pelo guarda-roupa?

3) Mostly Mindful

A Angela Horn também aderiu ao minimalismo e tem falado sobre o assunto no blog Mostly Mindful. Assim como os outros projetos, ela não defende que você saia por aí se livrando de tudo que existe na sua casa, mas que perceba se cada um desses itens tem valor ou é estritamente necessário. A mensagem de Angela não se restringe aos objetos, mas também a sentimentos que nos pesam demais e que devem ser deixados de lado, para uma vida mais equilibrada. Ela já falou sobre o assunto no TEDx de Capetown:

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